A Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda corre perigo! Os médicos de uma das principais maternidades da cidade do Rio estão em greve há três meses após seis anos sem reajuste salarial.
A reivindicação é por salários justos e melhores condições de trabalho, mas receberam uma proposta de menos de 6% de aumento por parte da Secretaria de Saúde, muito abaixo do que foi pedido. A situação é ainda mais contraditória diante das denúncias de que a prefeitura abriu um edital de contratação de novos médicos através do regime PJ (com vínculos mais frágeis) e com propostas de salários até 70% maiores do que os pagos a quem já atua na maternidade.
A Maria Amélia é referência no atendimento ao parto humanizado na rede municipal, e atende milhares de mães e crianças de todo o estado do Rio. Mas a qualidade da assistência também depende das condições de trabalho de quem está na linha de frente. Defender as trabalhadoras e trabalhadores da maternidade é também defender uma assistência digna e humanizada ao parto e ao nascimento para as famílias cariocas.
Não podemos esperar mais! A Secretaria Municipal de Saúde encerrou as negociações sem atender às reivindicações. Os trabalhadores querem retomar o diálogo ainda em 2026. Por isso, precisamos pressionar o secretário de saúde Rodrigo Prado a reabrir as negociações imediatamente e construir uma solução digna para esses profissionais. Quanto mais cariocas cobrarem uma resposta, mais difícil será para o secretário adiar a solução e deixar essa situação para o ano que vem.
Apoie quem cuida da população! Envie agora seu e-mail ao secretário de Saúde e cobre a retomada imediata das negociações na Maternidade Maria Amélia!